As porteiras da morte

Desde que meu avô paterno faleceu, nunca mais pisei em um cemitério para sepultar um parente. Do velho campo santo de areia frouxa em Jijoca, lembro muito pouco. Foi em 2001. Eram por volta de três da tarde, fomos todos na carroceria de alguma caminhonete. Longe, empoeirado, o caminho. O sol a pino. Talvez tenha […]