Em poucas linhas, o ex-governador nos convida à reflexão: afinal, de quem é o mundo — e que papel cada um de nós exerce nele? Um chamado à consciência, à fé e à ação.
De quem será o mundo?
•Bela pergunta.
• Poderá ser meu ou teu?
• Creio que não. Impossível.
• Será de todos?
• Talvez.
• Dos bons e também dos maus?
• Gostaria que fosse mais dos bons.
Como desejo! Utopia.
• Então será meu e de alguns, pois sou bom.
• Será? Acredito que ainda não.
• Por quê?
• Pense! És amoroso?
• Enfim, de quem será o mundo?
• O mundo é de Deus.
• Então todos deveriam ser bons.
• Certo, perfeito,
mas nem todos buscam
o caminho da verdade,
ou seja, a vida.
Reflita.
• Concordo e digo:
“Não fique de braços cruzados;
o maior homem do mundo,
morreu de braços abertos”.
GONZAGA MOTA







































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































