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Mais vida ao corpo: por que misturar exercícios pode ser a chave para viver melhor por mais tempo

Se tem uma coisa que todo mundo quer, mesmo que nem todo mundo admita, é envelhecer com qualidade de vida, se sentindo ágil, forte e disposto. E agora tem ciência por trás dessa ideia: pesquisadores de Harvard estão apontando que a chave para uma vida mais longa e saudável pode estar em variar os tipos de exercício que você faz, em vez de repetir sempre a mesma rotina na academia ou ficar preso a um único tipo de treino.

A explicação é mais simples do que parece. Quando a gente alterna entre exercícios de força, atividades aeróbicas, como caminhar rápido, correr ou pedalar, e movimentos que trabalham equilíbrio e flexibilidade, o corpo inteiro é estimulado de maneira mais uniforme. E isso não é apenas uma sensação boa depois da sessão, é uma questão de fisiologia: músculos, articulações, sistema cardiovascular e até os nossos processos metabólicos respondem melhor quando recebem diferentes tipos de estímulos.

Imagine que o corpo é como uma orquestra. Se você só toca um instrumento, a música fica repetitiva; já quando todos os instrumentos são usados, o resultado é harmônico e rico. Com o corpo funciona do mesmo jeito. Misturar atividades ajuda não só a construir músculos e queimar gordura, mas também a proteger os ossos, melhorar a postura, reduzir o risco de quedas com o passar dos anos e manter o coração ativo, que são justamente os pilares de uma longevidade saudável.

Outro efeito interessante de variar os exercícios é que isso ajuda a manter a motivação lá em cima. Quem vive repetindo o mesmo treino todos os dias corre o risco de entrar na chamada monotonia do exercício, quando a motivação cai e a tendência é começar a pular sessões. Já quem alterna entre caminhada ao ar livre, aula de dança, um pouco de musculação e até ioga geralmente encara a rotina com mais empolgação, e isso faz toda a diferença quando o objetivo é criar um hábito duradouro.

E não pense que os benefícios param por aí. Misturar diferentes tipos de atividade também melhora o funcionamento do cérebro, estimula a memória e ajuda a regular o humor, efeitos que são especialmente valiosos conforme envelhecemos. É como se cada modo de se exercitar acendesse uma luz em uma parte diferente do corpo, e juntas elas criam uma rede de bem-estar que se torna mais resistente ao tempo.

Os pesquisadores também lembram que não existe um “único melhor exercício”. A fórmula que funciona inclui equilíbrio, força, ritmo cardíaco elevado e alongamento. O importante é construir uma programação que faça sentido para o seu corpo e para a sua rotina, aquilo que você consegue manter, sem forçar demais, mas sem cair na mesmice.

No fim das contas, viver mais e viver melhor pode ser menos complicado do que a gente imagina, não precisa de fórmulas mirabolantes, apenas de uma rotina de movimentos ricos, variados e consistentes. E o melhor: essa é uma estratégia que qualquer pessoa pode adaptar à sua vida, independentemente da idade ou do nível de condicionamento. Porque, no fundo, longevidade não é só sobre anos a mais no calendário, é sobre qualidade de vida em cada um desses anos.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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