Uma pesquisa resultado da parceria de cientistas da Universidade Estadual do Ceará (Uece), com a Universidade de São Paulo (USP), apresentou novas explicações sobre como medicamentos amplamente usados no tratamento do diabetes atuam nos rins.
O estudo foi publicado na edição de janeiro da revista científica internacional American Journal of Physiology – Renal Physiology, uma das mais respeitadas da área da saúde, com mais de 120 anos de história.
A análise concentrou-se nos efeitos da classe de medicamentos conhecida como glifozinas, especificamente a dapagliflozina e a empagliflozina, sobre o funcionamento renal.
Esses fármacos são amplamente utilizados no controle da glicemia em pacientes com síndrome metabólica, pré-diabetes e diabetes mellitus. Nos últimos anos, também ganharam destaque no tratamento da insuficiência cardíaca e na prevenção da progressão da doença renal crônica. Apesar dos benefícios clínicos consolidados, os efeitos diretos dessas medicações sobre a fisiologia dos rins ainda não eram totalmente compreendidos.









































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































