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Proteína do câncer pode proteger contra o Alzheimer, sugere estudo

Há décadas, cientistas perceberam que raramente um paciente com Alzheimer tem histórico de câncer. Um novo estudo feito com camundongos dá um passo importante para solucionar este mistério e, possivelmente, ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos contra a doença, que é o tipo mais comum de demência em pessoas idosas.

A pesquisa publicada na revista Cell mostrou que uma proteína produzida por células cancerígenas se infiltra no cérebro e ajuda a desfazer os aglomerados de proteínas que encontra por lá.

Esse acúmulo de proteínas, especialmente as beta-amiloide, é apontado como um dos principais causadores do Alzheimer. As placas que se formam entre os neurônios prejudicam a comunicação celular, causam inflamação e levam à perda da memória e ao declínio cognitivo. O novo estudo é fruto de 15 anos de pesquisa do neurologista Youming Lu, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong. Durante o experimento, três tipos de tumores humanos — pulmão, próstata e cólon — foram transplantados em modelos animais com Alzheimer.

Entre eles, os camundongos com câncer não desenvolveram aglomerados de placas no cérebro.

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