Florença volta ao centro do mapa global da moda com a abertura da exposição “Gucci Storia”, um projeto que reposiciona o histórico Palazzo della Mercanzia como um espaço narrativo onde passado, presente e futuro da maison se cruzam em linguagem contemporânea. Inaugurada em 27 de abril de 2026, a mostra ocupa o primeiro e o segundo andar do renovado Palazzo Gucci, na icônica Piazza della Signoria, e propõe uma leitura sensorial da trajetória da marca italiana fundada em 1921.



Sob a nova direção criativa de Demna, o espaço passa por uma reconfiguração estética que dialoga com arte, design e cultura visual, aproximando o visitante de uma experiência que vai além da exposição tradicional. “Gucci Storia” funciona como um mergulho nos códigos da casa, com salas que exploram campanhas, objetos icônicos, processos criativos e referências que ajudaram a consolidar a identidade da grife ao longo das décadas.
Aberta ao público diariamente, a exposição segue o horário do complexo cultural, com visitação em geral entre 10h e 19h, integrando um circuito que inclui loja, café e restaurante no térreo, entre eles a Gucci Osteria comandada por Massimo Bottura, ampliando a experiência para além da moda e conectando gastronomia e lifestyle.




Mais do que uma retrospectiva, o projeto aposta em uma curadoria dinâmica, em que elementos históricos dialogam com instalações contemporâneas, reforçando a ideia de moda como linguagem cultural em constante transformação. A proposta ecoa movimentos anteriores da marca, como exposições imersivas que exploraram campanhas e narrativas visuais em ambientes cenográficos, criando uma jornada que atravessa diferentes cidades, épocas e imaginários.
Localizado a poucos passos da Galeria Uffizi, o Palazzo Gucci se consolida como ponto de encontro entre turismo, arte e luxo, atraindo um público que vai de fashion insiders a viajantes em busca de experiências culturais. Em um momento em que as maisons investem cada vez mais em espaços físicos como plataformas de conteúdo, “Gucci Storia” surge como um manifesto silencioso: a moda não é apenas produto, mas narrativa, memória e construção simbólica em tempo real.








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































