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Demência não é coisa da idade e diagnóstico tardio prejudica paciente e família

Associada ao envelhecimento, a demência é,na verdade, uma síndrome e não parte normal da velhice. O diagnóstico tardio compromete a qualidade de vida do paciente e aumenta o custo humano e financeiro para a família.

O alerta é da enfermeira especialista em geriatria e gerontologia Júlia Godoy. Segundo ela, o diagnóstico costuma demorar porque familiares e até profissionais de saúde têm dificuldade em diferenciar os sintomas iniciais de sinais comuns da idade.

A falta de informação piora o cenário. A neuropsicóloga Vanessa Bulcão explica que ainda existe a ideia de que demência é só “esquecer tudo”. “Quando a doença começa com mudança de comportamento, alucinação visual, lentidão motora, instabilidade cognitiva ou dificuldade de linguagem, muitas famílias não associam isso a uma síndrome demencial”, diz.

Além da perda de memória, outros sinais são subestimados. Mudanças de personalidade, perda de empatia, dificuldade de encontrar palavras e desatenção entram na lista. Vanessa cita também perda de iniciativa, desinteresse por hobbies, apatia, alterações no sono e lentificação do raciocínio como sintomas precoces que merecem atenção.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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