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Gripe K: entenda o que é a nova variante da influenza, quais são os sintomas e como se proteger

A chamada gripe K tem despertado atenção por provocar sintomas semelhantes aos das gripes sazonais, mas com potencial de causar quadros mais graves em grupos vulneráveis. O termo se refere à influenza A H3N2, subclado K, uma variante do vírus da gripe que, segundo a Organização Mundial da Saúde, teve origem em um vírus aviário que passou por modificações genéticas ao longo do tempo. Apesar do nome diferente, trata-se de uma evolução do vírus influenza já conhecido, o que reforça a importância da vigilância e da prevenção.

Os sintomas da gripe K costumam surgir de forma repentina e incluem febre, tosse, dor no corpo, dor de cabeça, congestão nasal, coriza, dor de garganta e uma sensação intensa de mal-estar. Em grande parte dos casos, o quadro é semelhante ao da gripe comum, mas crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas podem evoluir com maior gravidade. Nesses grupos, a infecção pode levar a complicações sérias, como insuficiência respiratória, sepse ou comprometimento de outros órgãos, exigindo atenção médica imediata.

O diagnóstico da gripe K é feito por profissionais de saúde, como clínicos gerais, pediatras ou infectologistas, a partir da avaliação dos sintomas e do histórico do paciente. Em algumas situações, especialmente quando há risco de complicações, o médico pode solicitar exames laboratoriais específicos, como testes de antígeno, PCR ou ensaios moleculares rápidos, para confirmar a presença do vírus influenza. Exames de imagem, como radiografia de tórax, também podem ser indicados para descartar doenças associadas, como pneumonia.

A transmissão da gripe K ocorre da mesma forma que outras gripes sazonais. O vírus se espalha principalmente por meio de gotículas liberadas quando a pessoa infectada tosse, espirra ou fala. O contágio acontece quando essas partículas entram em contato com as mucosas do nariz, da boca ou dos olhos de outra pessoa. Além disso, o vírus pode permanecer em superfícies contaminadas, como celulares, maçanetas e mãos, facilitando a infecção quando há contato com o rosto sem a devida higienização.

O tratamento da gripe K depende da gravidade do quadro clínico. Em casos leves, repouso, boa hidratação e cuidados para aliviar os sintomas costumam ser suficientes. Já em pessoas com maior risco de complicações, o médico pode indicar o uso de medicamentos antivirais, que ajudam a reduzir a duração e a intensidade da doença quando iniciados precocemente. Em situações mais graves, pode ser necessário suporte hospitalar, com oxigenoterapia, hidratação venosa e monitoramento constante.

A prevenção continua sendo a principal estratégia contra a gripe K. A vacinação anual contra a gripe é fundamental, pois ajuda a reduzir o risco de infecção e, principalmente, de formas graves da doença. Medidas simples do dia a dia, como lavar as mãos com frequência, manter ambientes ventilados, evitar contato próximo com pessoas gripadas e cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, também fazem diferença. O uso de máscara e o isolamento voluntário em caso de sintomas são atitudes responsáveis que contribuem para reduzir a circulação do vírus e proteger a coletividade.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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