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Psicologia como caminho de autoconhecimento e bem-estar

Psicóloga, pós-graduanda em Neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, Maria Fernanda Marinho optou por esse caminho profissional ainda no fim do Ensino Médio.

Hoje, atua na clínica com psicoterapia voltada para crianças e adolescentes, além de realizar avaliação neuropsicológica em adultos, idosos, crianças e adolescentes.

Seu trabalho é fundamentado na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), com foco no desenvolvimento da regulação emocional, identificação de pensamentos e fortalecimento de habilidades socioemocionais.

Também possui experiência na condução de grupos terapêuticos, promovendo espaços de escuta, acolhimento e desenvolvimento psicológico.

Conheça mais sobre nossa entrevistada no perfil.

Como surgiu o interesse em seguir com essa escolha profissional?

Minha escolha pela Psicologia surgiu no terceiro ano do Ensino Médio, durante o período de vestibular. Na época, eu ainda estava em dúvida entre algumas profissões, principalmente por ter tido pouco contato prévio com a área. Decidi tentar Psicologia mais aberta à experiência, e, ao longo da graduação, fui me encantando cada vez mais pela profissão.

Quais características você identifica como fundamentais para o profissional que atua na Psicologia hoje?

Acredito que algumas características são essenciais: empatia, para compreender genuinamente o outro; comprometimento ético e profissional; e a busca constante por atualização. A Psicologia é uma área em constante evolução, então é fundamental que o profissional esteja sempre estudando e se aprimorando para oferecer um atendimento de qualidade.

Qual a sua abordagem terapêutica e quais serviços os seus pacientes poderão acessar em seu atendimento?

Atuo com a terapia cognitivo-comportamental, que é baseada em evidências científicas e tem um caráter bastante interventivo. O trabalho é estruturado a partir de metas terapêuticas, com atividades que promovem insight e autoconhecimento, especialmente no atendimento de crianças. Em alguns casos, essas atividades também podem ser levadas para casa, favorecendo a continuidade do processo terapêutico no dia a dia.

Além disso, também realizo avaliação neuropsicológica, utilizando testes específicos que contribuem para um entendimento mais aprofundado do funcionamento cognitivo e emocional do paciente.

Vivemos em um mundo ansioso… além da terapia, quais práticas ajudam a manter a saúde mental?

Além da psicoterapia, considero três pilares fundamentais para a saúde mental: prática regular de atividade física, sono de qualidade e alimentação equilibrada. Esses fatores têm impacto direto no funcionamento do cérebro e no bem-estar emocional, sendo aliados importantes na prevenção e no cuidado com a saúde mental.

Terapia é apenas para quem nota algum sintoma ou todas as pessoas precisam?

Como trabalho principalmente com crianças e adolescentes, a maior parte dos pacientes chega com alguma queixa ou sintoma. No entanto, também há casos em que as famílias buscam o atendimento com foco no desenvolvimento emocional, autoconhecimento e construção de valores, mesmo sem uma demanda específica. Nesses casos, o processo costuma ser mais breve, mas ainda assim muito enriquecedor.

De que forma você organiza sua rotina para se manter atualizada?

Procuro participar de grupos de estudo semanais, que são muito importantes para troca de experiências e atualização com outros profissionais da área. Além disso, estou em fase final de uma pós-graduação em neuropsicologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, com previsão de conclusão em agosto deste ano. Também pretendo seguir investindo em novos cursos de aprimoramento.

Quais os seus hobbies?

Gosto bastante de leitura, especialmente romances e livros de época. Também me interesso por atividades manuais, como cerâmica, trabalhos com argila e pintura, são momentos que me ajudam a relaxar e exercitar a criatividade.

Nos indique um filme, um livro e uma série.

Um filme que eu indicaria é Extraordinário, que traz reflexões muito sensíveis sobre empatia e inclusão.

Como leitura, recomendo O Cérebro da Criança, que é excelente para entender o desenvolvimento infantil.

E uma série leve e interessante é Young Sheldon, que aborda de forma divertida questões relacionadas ao desenvolvimento e comportamento.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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