Com a sensibilidade que marca sua trajetória pública e humana, Gonzaga Mota nos presenteia com o poema Liberdade, uma reflexão profunda sobre valores essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, consciente e solidária. Em versos que dialogam com ética, educação e cidadania, o autor nos convida a pensar a liberdade não apenas como direito, mas como responsabilidade coletiva.
Tu és por muitos desejada;
ambição pura, pode-se dizer;
talvez por todos alardeada,
apesar de alguns não te abraçarem.
Ser livre não é ter poder,
nem viver de arrogância,
mas saber exercer o bom senso.
Somente a expansão educacional,
tanto cognitiva quanto comportamental,
permitirá a igualdade de oportunidades —
característica da verdadeira liberdade.
És irmã siamesa da justiça:
ambas buscam o sucesso
de um povo amante da paz
e que almeja ordem e progresso.
(Gonzaga Mota)






































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































