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Pais acusam Big Techs de criarem plataformas que prejudicam a saúde mental de crianças e adolescentes

Advogados de uma mulher agora de 20 anos argumentaram que características viciantes prejudicaram sua saúde mental. Essas são as declarações iniciais de um julgamento histórico que começou na segunda-feira contra Meta e o YouTube, o primeiro de centenas de casos semelhantes a serem levados a julgamento.

A autora — identificada pelo primeiro nome, Kaley, ou pelas iniciais, KGM — e sua mãe acusaram as empresas de tecnologia de criarem intencionalmente plataformas viciantes que a fizeram desenvolver ansiedade, dismorfia corporal e pensamentos suicidas.

Durante o julgamento, os advogados da Meta e do YouTube argumentaram que uma vida familiar difícil, e não as redes sociais, foi responsável por seus desafios de saúde mental.

Diante de um júri no tribunal estadual de Los Angeles, o advogado de Kaley, Mark Lanier, chamou aplicativos de redes sociais como YouTube e Instagram de “cassinos digitais”, dizendo que o “recurso de rolagem infinita” do aplicativo cria doses de dopamina que podem levar ao vício.

Pais e defensores dos direitos das crianças, que há anos reivindicam mais proteções online, dizem que o julgamento é um momento crucial de responsabilização. Executivos como o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, o CEO do Instagram Adam Mosseri e o CEO do YouTube, Neal Mohan, devem testemunhar nas próximas semanas.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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