Um poema que ilumina o verdadeiro sentido do Natal:
perdão, fé, amor e humanidade.
No milenar lúmem que se agiganta,
a estrela mostra a trilha do perdão;
em pobre abrigo nasce a Redenção,
e o céu à terra, em luz, se adianta.
Pequeno Rei, o tempo não O espanta,
vive no gesto humano e no irmão,
na bondade, que é clara encarnação
do amor eterno que a fé em nós planta.
Não ficou preso ao pó da velha história,
pois renasce onde há paz e caridade,
transforma o agora em viva memória.
Natal é pulsação, luz e verdade,
é guarida ao amor, sacra vitória
no coração que escolhe a humanidade.
(Haroldo Paula)








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































