Sexy, provocante e impossível de ignorar, o underboob voltou com força total e está dominando praias, festivais, passarelas e, claro, as redes sociais. Basta alguns minutos rolando o feed do Instagram ou do TikTok para esbarrar em tops, biquínis e croppeds que deixam à mostra a parte inferior dos seios, criando um visual que foge completamente dos decotes tradicionais. A proposta é simples e ousada: mostrar pele onde ninguém esperava e transformar isso em estilo.

No universo da moda, o underboob é aquele recorte estratégico que revela um pedaço do busto de forma quase provocativa, sem seguir regras clássicas de sensualidade. Diferente do decote frontal ou do tomara que caia, aqui a intenção é causar estranhamento, curiosidade e impacto visual. Não é à toa que a tendência tem sido adotada por influenciadoras, celebridades e marcas que apostam em uma estética mais livre, corporal e sem tantas amarras.
Apesar de parecer uma novidade, o underboob não nasceu agora. Ele já flertava com a moda há décadas, aparecendo timidamente em desfiles conceituais e tapetes vermelhos. A diferença é que, hoje, ele ganhou popularidade graças à internet e ao movimento de ressignificação do corpo feminino, que passou a ser visto como território de expressão pessoal, não mais como algo a ser escondido ou moldado para agradar.






E como toda tendência que expõe mais pele, a polêmica veio junto. Para quem ama, o underboob é sinônimo de liberdade, empoderamento e autoconfiança. Usar esse tipo de peça virou quase um manifesto silencioso: vestir o que quiser, como quiser, sem pedir permissão. Já para os críticos, o visual soa exagerado, desconfortável ou simplesmente desnecessário, rendendo comentários afiados e debates acalorados nos posts virais.
A verdade é que o underboob não tenta agradar todo mundo, e talvez esse seja justamente o seu charme. Ele provoca, divide opiniões e levanta a velha pergunta que sempre ronda o mundo da moda: até onde vai o estilo e onde começa o exagero? Não existe resposta definitiva. Moda é linguagem, é sensação, é contexto. O que funciona para uns pode não fazer o menor sentido para outros.
No fim das contas, o underboob segue a regra de ouro do vestir bem: se faz você se sentir confiante, poderosa e confortável na própria pele, então dá para usar, sim. Com atitude, consciência e personalidade. E se não combina com você, tudo bem também. A moda está aí para brincar, provocar e, acima de tudo, permitir escolhas. Porque tendência boa é aquela que respeita quem veste, e não quem opina.






































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































