Pesquisadores chineses identificaram que o canabidiol (CBD) pode ajudar a proteger o cérebro contra danos ligados ao Alzheimer. Em testes com camundongos, o composto reduziu o acúmulo de proteínas tóxicas, restaurou conexões entre neurônios e melhorou a memória dos animais.
O estudo foi conduzido por cientistas da Universidade de Shenzhen, da Academia Chinesa de Ciências e de outras instituições. Os resultados foram publicados em 19 de março na revista Molecular Psychiatry.
O Alzheimer é marcado pela perda progressiva de memória e de funções cognitivas. O processo está ligado ao acúmulo anormal de proteínas no cérebro, principalmente tau e beta-amiloide, que provocam inflamação e degeneração das células nervosas.
Segundo os autores, o CBD ganhou destaque por ser um composto da Cannabis sativa que não causa os efeitos psicoativos associados ao THC. Essa característica o torna um candidato mais seguro para futuros estudos clínicos voltados ao tratamento da doença.








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































