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Anvisa alerta que canetas do Paraguai não são equivalentes ao Mounjaro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa, publicou um esclarecimento para corrigir informações que circularam após análises em canetas com tirzepatida fabricadas no Paraguai e vendidas de forma irregular no Brasil.

Segundo a agência, identificar o mesmo princípio ativo do Mounjaro não significa que os produtos sejam equivalentes em qualidade e segurança.

No laudo divulgado, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica da Unicamp, CIATox, verificou apenas três pontos nas canetas apreendidas: a presença da tirzepatida, a concentração da substância e a estrutura molecular.

A Anvisa reforça que esse tipo de análise é limitada e não substitui os estudos exigidos para registro de medicamentos no país.Para que um medicamento seja considerado equivalente a outro já registrado, a legislação brasileira exige testes específicos. Eles avaliam se os produtos têm o mesmo desempenho, qualidade de fabricação, estabilidade, segurança e eficácia. Sem essa comprovação, não é possível garantir que duas formulações com o mesmo princípio ativo funcionem da mesma forma no organismo.

A Anvisa destacou ainda que as canetas fabricadas no Paraguai não possuem registro no Brasil. Por isso, não passaram pela avaliação da agência e sua comercialização é irregular. O órgão orienta a população a adquirir medicamentos apenas em canais autorizados para evitar riscos à saúde relacionados à procedência, armazenamento e aplicação do produto.

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Por minha vasta convivência profissional durante anos com a sociedade de Fortaleza, aprendi a captar notícias em suas mais preciosas e seguras fontes. Por perceber que no contato com esses registros sociais estava a fonte de minha vocação, resolvi criar meu próprio espaço na mídia virtual, reunindo uma equipe capaz e competente.

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