Na véspera do aniversário de sua amada Mirian, Gonzaga Mota resgata, em forma de poema, as lembranças do amor vivido no velho casarão de Maranguape, herança do avô dela. Foi ali que passaram grande parte da vida, entre afetos, histórias e cumplicidade. Um recanto de saudade e felicidade, eternizado como o “Recanto do Amor”.
Belo casarão pintado de branco, Cercado por ramos de flor, – Orquídeas, tulipas e violetas, Parece ate um castelo medieval.
La encontro minha linda rainha, Mirian, o meu amor. -Ó, como e boa a nossa união.
Formamos um casal sentimental, Tenho certeza da tua amizade, Jamais deixarás de ser minha, Sempre viveremos com felicidade.
Luz da minha vida. Sol do meu amor ardente. Sonho das minhas ilusões. Estrela dos Bons momentos. Oceano de ternura e alegria.
Saudade do velho casarão Saudades de Maranguape. (Gonzaga Mota)








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































