A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 70 milhões de pessoas em todo o planeta têm Transtorno do Espectro Autista (TEA), tipo de neurodivergência que afeta a forma como o cérebro processa informações. Da mesma forma que diagnósticos de autismo vêm crescendo com o passar dos anos, o conhecimento sobre as diferenças de casos dentro do espectro também têm se tornado prioridade em estudos neurológicos.
Uma pesquisa internacional liderada pelo Instituto Italiano de Tecnologia (IIT), na Itália, e pelo Child Mind Institute, nos EUA, identificou pelo menos dois subtipos distintos de autismo, classificados a partir de padrões de conectividade do cérebro.
Os resultados reforçam que o autismo não é uma condição biologicamente uniforme e abrem caminho para diagnósticos e acompanhamentos mais personalizados no futuro, alinhados às características de cada pessoa.








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































