Com sensibilidade e emoção, a escritora e artista plástica Célia Maria Leite apresenta uma homenagem a Dona Marica Lessa, uma mulher que deixou como legado a força da educação, da generosidade e do amor ao próximo. Em versos tecidos com admiração e gratidão, Célia resgata a memória de uma trajetória marcada pela coragem, pela defesa do conhecimento e pelo compromisso em transformar vidas. “Uma história que permanece viva, como uma semente de luz plantada no coração de todos que acreditam no poder do bem.”
Aqui fico a tecer com fios de ouro, trazidos da inspiração do meu coração, para falar de alguém que, nesta terra, apenas semeou o bem, espalhando luz por onde passava e esperança por onde seus passos tocavam.
Não foi compreendida, porque ia além dos limites da bondade, além do que muitos conseguiam enxergar. Sua alma era feita de generosidade, e seu olhar alcançava horizontes que poucos tinham coragem de contemplar. Mostrava a importância do aprender, do conhecimento que liberta, da educação que faz crescer sonhos e abre caminhos para um novo amanhã.
Via tesouros escondidos em cada criança e acreditava no impossível como quem planta Sementes na certeza de que um dia florescerão. Mas os poderosos, ontem como hoje,
nem sempre desejam ver prosperar os filhos dos pais de poucos recursos,
pois sabem da força que existe no saber.
E foi por defender essa verdade que muitas vezes, sua voz encontrou resistência, embora jamais tenha deixado de ecoar.
E assim, entre o céu e a terra, continuamos testemunhando injustiças,
enquanto a memória dos justos permanece viva.
Porque o bem que se faz com amor não conhece o esquecimento,
nem se apaga com a passagem do tempo.
É para ti, Marica Lessa, que ofereço estes meus versos, feitos de admiração, respeito e amor fraterno. Versos banhados de gratidão, por tua entrega, tua coragem e tua missão. Que os anjos guardem teu legado de luz,
e que teu exemplo continue inspirando gerações. Como uma flor que nunca deixa de florescer,
tu permaneces viva nas lembranças, nos corações agradecidos, e no jardim eterno da saudade, ondeo amor jamais conhece o fim.








































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































