Na crônica de hoje, o ex-governador Gonzaga Mota convida o leitor a mergulhar na sensibilidade do poema “Esperança”, uma composição que retrata a dor da distância, a saudade e a melancolia de um homem separado da mulher que ama. Ao mesmo tempo, os versos revelam a força do desejo, da esperança e da fé no reencontro, reafirmando a crença de que o amor verdadeiro é capaz de vencer o tempo e a distância em busca da eternidade.
Sofro muito nesses tristes dias,
a morte não sai da minha mente.
Vivo num estado de melancolia,
luto, rezo; o pensamento é persistente.
Tenho do próximo compaixão,
não compreendo essa situação.
Talvez, falte-me fé em Deus,
Jamais, não; nunca fui fariseu.
Um dia, espero viver sem dor,
almejando a tua recuperação,
com o coração cheio de amor.
Saudades tenho da tua companhia,
Voltas para mim, doce amada,
não me deixe um só dia.
Gonzaga Mota






































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































