O Brasil pode enfrentar um déficit de até 235 mil professores na educação básica até 2040, segundo projeções do Instituto Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de SP).
Entre as principais demandas da categoria, a valorização profissional aparece como resposta frequente. Na prática, isso significa salário digno, boas condições de trabalho nas escolas, formação adequada e reconhecimento social, uma combinação que, segundo o levantamento, ainda está longe da realidade de muitas salas de aula.
Em 2026, o piso nacional do Magistério Público da Educação Básica passou para R$ 5.130,63 para uma jornada de 40 horas semanais, com reajuste de pouco mais de 5%. Ainda assim, muitos profissionais precisam estender a jornada e acumular vínculos empregatícios para fechar as contas no fim do mês.
A pesquisa do Instituto Semesp também aponta para uma mudança significativa no perfil da docência, reforçando o alerta sobre a necessidade de políticas de atratividade e permanência na carreira.






































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































